sábado, dezembro 20, 2008
interessante isso
E o melhor é que a coisa é bem simples.
Bacana
quarta-feira, outubro 22, 2008
segunda-feira, outubro 20, 2008
sábado, outubro 18, 2008
sexta-feira, outubro 17, 2008
quinta-feira, outubro 16, 2008
quarta-feira, setembro 10, 2008
domingo, setembro 07, 2008
sábado, julho 28, 2007
quinta-feira, setembro 29, 2005
Estou meio sem tempo/saco para escrever. Para não deixar em branco aí segue o que ví nestes 2 dias:
Dia 1: Weezer! Show "completo". Bem diferente daquele ao qual assistimos no Coachella em maio deste ano. Teve a duração de aprox. 1 hora e 40 minutos. Verdadeiro desfiles de hits lançados um após o outro.
Por parte da banda vimos muito gás no show todo, cover dos Foo Fighters, um garoto da platéia tocando em "Undone", Rivers Cuomo fazendo Bis acústico na mezanino.
A galera estava alucinada na pista, voce dia aquela movimentação em "bloco", parecendo uma onda indo e vindo. Visto do mezanino a situação era até certo ponto assustadora. Histería coletiva.
Fui dormir por volta de 4:30 da matina. No dia seguinte teria mais.....
Dia 2: Raveonettes: Gostei muito. Bases pré-gravadas, e uma mistura do som Jesus & Mary Chains com uma pitada de anos 70.
Agora show mesmo é a vocalista/guitarista da banda Sharin Foo!!! Que loiraça!!!
Mercury Rev: Não sou muito fã de música progressiva, mas esses caras criam climas que me remetem direto ao senhor dos anéis. O telão com imagens e frases te remetem a outro lugar que não o palco. Viagem pura!
Não há show de virtuosismo e a galera se esforça em emular o som orquestrado dos discos. O mais figura é o vocalista que "rege" a banda e faz gestos esquisitos durante toda a apresentação.
Muito bonito. Fiquei fã, apesar de achar o show muito mais bacana que os discos.....
Veremos agora nossa proxíma parada. Talvez o Claro que é rock....
Seguem fotos dos shows!!!
sábado, setembro 17, 2005
Três da matina!
Crásse A o show do Moby!
Só de cover Teve Radiohead (Creep),Sepultura (Roots), Doors, música clássica (aquela do gás, lembra?).
Muitas do Play e do 18!
O mais interessante é ver as músicas emuladas com banda. Sem tanta base pré gravada. Soa bem mais pesado. Rock n Roll se me permite dizer.
Quase duas horas cobrindo o repertório dos últimos três discos, mas com ênfase no multi-platinado Play.
A galera que compareceu é a mesma que frequenta os Tim Festivals da vida. Para ver e ser visto. Bem diferente de qualquer coisa vista na gringa. Coisas de Brsil. Assim como o ingresso. Ningúém dava a mínima para a checagem o desconto de estudante. É assim que é! foi quem queria ir. O resto foi dormir....E tem gente que ficou dormindo em Valinhos!
Mas valeu!
Isso é só o começo da maratona! Próxima semana o destino é Curitiba. Rever os shows que passaram pelo Coachella e ver pela primeira vez o Lobão! Ainda mais nessa fase underground! Massa!
That´s all folks!
See you later!!!!
quarta-feira, setembro 14, 2005
feelings
Cara que sensacao phoda e essa?
Em primeiro lugar, sem contacoes sexuais por favor!
Ok! Agora sim!
Lembrei que escrevendo um e-mail eu podia disfarcar um pouco e ao mesmo
tempo tentar colocar um pouco do que estou sentindo agora. Dentro deste
escritorio cheio de gente maluca, pirada.
Meu amigo eu nao tenho mais o que fazer. Sabe quando so sobram aquelas
tarefas bem chatas e idiotas? Pois e, acho que ate essas eu ja fiz. Ou
melhor, eu so faco coisas chatas e idiotas.
Estou aqui sentando na frente deste lap top pensando na vida e essa
situacao non sense que eu vivo. Da aquela classica vontade de levantar e
sair andando sem rumo.
Nao entendeu nada? Eu tambem nao! Nao sei o que fazer da vida. Acho que
nunca saberei. So sei das coisas boas que gosto de fazer. Dos lugares que
gosto de ir. Com as pessoas bacanas com quem gosto de falar.
Aqui nada tem muito sentido (a nao ser a grana no final do mes). Qual a
graca disso tudo? Esta agregando algo de bom?
quarta-feira, julho 20, 2005
Foi mesmo típico assistir a volta por cima do Luizão, encontrando novamente
o prazer de jogar bola depois de tudo. De toda a recuperação e superação. De
ter encontrado um clube que tenha estrutura para devolver o atleta aos
gramados . Típico ver o cara enxugar as lágrimas no manto sagrado,
ovacionado por mais de setenta mil pessoas.
Típico assistir o Amoroso jogando o fino da bola com suas jogadas geniais.
Típico ver a raça do Fabão superando todas adversidades. Só não maior que a
raça de nosso xerife Diego Lugano: "Não me sinto Brasileiro ainda. Mas posso
dizer que eu já sou São Paulino". Não há raça maior que um time sem estrelas
onde jogadores como Mineiro e Josué, com muita humildade e respeito
conferiram um equilíbrio ao time poucas vezes visto. Estrelas não fazem
falta onde tais elementos estão presentes.
Foi típico ver nossa dupla de laterais atuando. Júnior correndo como criança
jogando no campo todo e deixando os marcadores desnorteados. E o que falar
de Cicinho, jogador que cresceu demais nos últimos meses, a ponto de
praticamente assegurar seu lugar no grupo que certamente irá à copa do
mundo, depois de apresentações espetaculares nos gramados Alemães.
Típica foi a raça e determinação de todos: Alex, Danilo, Tardelli, Marco
Antonio, do grande Grafite, que jogou machucado defendendo as cores
tricolores mesmo correndo o risco de não poder ser apresentar à seleção. E o
que falar de Souza, fundamental nas duas vitórias contra o River Plate.
Vitória da raça e da técnica de um jogador que, se irregular em suas
apresentações, na semi-inal mostrou muito futebol e se tornou talismã do
técnico tricolor.
Foi típico a trabalho realizado pelo Cuca, trazendo a base do time que temos
hoje. Foi típico ver o Leão dando um padrão tático e uma postura vencedora
ao grupo. E finalmente foi típico ter o privilégio de conferir o trabalho
que Paulo Autuori deixou impresso no grupo, aprendendo com o grupo e também
transmitindo uma nova postura de comando.
Foi típico ver a torcida lotando o Moruntri desde o ano passado. Acreditando
com fé que era possível repetir as conquistas do passado. E a partir da
crença da torcida, observar que o time inteiro se fechou em um só objetivo:
Ser campeão das Américas novamente! Foi típico escutar setenta mil vozes
fazendo ecoar o nome do grande mestre Telê Santana, iniciador de toda a
paixão do clube da fé pelos torneios internacionais.
E finalmete foi típico ver coroado todo a trabalho do nosso capitão Rogério
Ceni. São doze anos trabalhando para que esse dia chegasse. E ele chegou.
Estão todos gravados na história. São Paulo Futebol Clube. O único clube
Brasileiro três vezes Campeão da Liertadores. Rumo a Tóquio!
Indescritível de acompanhar no estádio toda a trajetória do Campeão. E ter o
privilégio de assistir no Campo pela terceira vez a final, sendo esta última
uma lição de futebol do começo ao fim.
Realmente foi típico.
Saudações Tricolores.
Guilherme Tosi é São Paulino em tempo integral e engenheiro nas horas vagas.
segunda-feira, maio 23, 2005
apjr
Escuta aqui
Alternativo ou mainstream?
Com o pedido de concordata da Tower Records, uma das maiores cadeias de
lojas de musica do mundo, sobraram, basicamente, HMV e Virgin como grandes
nomes do varejo de CDs, presentes em varios paises, com lojas imensas e
estoques completos.
So que, para os radicais da musica independente, essas cadeias sao sinonimo
de desprezo pelas pequenas gravadoras, de homogeneizacao do gosto
planetario. De falta de personalidade e de escrupulos, tambem. Mas sera
que, de um ponto de vista estritamente musical, as coisas sao tao simples
assim?
Na entrada de uma imensa filial da Virgin em Chicago (EUA), fica a
prateleira dos recomendados pela loja. Virgin, cadeia careta, e voce logo
imagina que os recomendados serao coisas do naipe de Sting, Phil Collins e
outras aberracoes.
Mas nao. Olha so alguns indicados pela Virgin: Kaiser Chiefs, Bloc Party,
LCD Soundsystem, Bravery, Kills, Kasabian... Ou seja, nada muito diferente
do que, provavelmente, sao os recomendados das descoladas Amoeba, da
California, ou das da Galeria do Rock, em SP.
Se voce quer continuar odiando o megacapitalista Richard Branson, dono do
imperio Virgin, e bom encontrar razoes extra-musicais. O cara pode ser um
oportunista, mas, musicalmente falando, esta mandando bem.
*
Para complicar mais, o critico Andy Langer, da "Esquire", se diz cansado de
bandas novas baseadas no The Cure (Bloc Party, alguem?) e resolveu
recomendar artistas fora do radar. Um deles e a cantora colombiana Andrea
Echeverri (do grupo Aterciopelados), que esta em um CD de divulgacao da
Virgin, junto com Kaiser Chiefs, Bloc Party, Bravery e varias outras bandas
do tipo que o Andy Langer diz que nao aguenta mais...
*
Mais uma paulada nas divisoes entre alternativo e mainstream. A cantora
norueguesa Annie e, no pais dela, um misto de Madonna com Britney Spears.
Pop, pop, pop, pop. So que, entre a galera indie de lingua inglesa, Annie e
figura cult. Ate ha pouco sem lancamento oficial nos EUA, suas cancoes eram
baixadas na internet.
Neste mes, Annie foi oficialmente lancada nos EUA. Para qual publico, indie
ou mainstream, nao se sabe. O album se chama "Anniemal".
*
Ainda Bloc Party, se alguem ouvir uma musica ruim desses caras, me avise,
por favor.
*
PLAY - "Everyday I Love You Less and Less", Kaiser Chiefs
Para "Escuta Aqui", a melhor cancao dessa novissima banda londrina. Como se
fosse The Clash, Devo e Dead Kennedys redivivos, em um so pacote.
PAUSE - "With Teeth", Nine Inch Nails
Parece que Trent Reznor, do NIN, passou os ultimos seis anos em estado de
animacao suspensa. Em "With Teeth", os abrasivos anos 90 ainda nao
acabaram.
EJECT - "Leoni ao Vivo", DVD
Ninguem merece.
segunda-feira, abril 04, 2005
apjr
ESCUTA AQUI
William Faulkner e pauleira
ALVARO PEREIRA JUNIOR
Voce veria futuro para alguem com as seguintes caracteristicas: na familia,
ninguem o via como especialmente inteligente; na escola, fez so ate o
segundo ano do ensino medio; gracas a um programa especial para
ex-militares, cursou alguns meses de faculdade, mas tirou notas mediocres;
nao tinha nenhum amigo intelectual -na verdade, tinha poucos amigos
plenamente alfabetizados.
Sabe quem e o dono do curriculo? Ninguem menos que o americano William
Faulkner, Nobel em 1949, o inovador mais radical da literatura dos EUA no
seculo 20.
Esses detalhes da vida de Faulkner estao em um lindo artigo do escritor
sul-africano J. M. Coetzee (Nobel em 2003) no semanario "The New York
Review of Books". Quem me indicou o texto foi o chapa Cassiano Elek
Machado, da Ilustrada (ao contrario do Faulkner, eu tenho amigos
intelectuais!).
Para Coetzee, Faulkner nao precisava de educacao formal, porque era um
leitor obstinado, conhecedor de poesia inglesa, de Shakespeare e tambem da
ficcao de Balzac, Dickens e Conrad, do Velho Testamento e de seus
contemporaneos T.S. Eliot e James Joyce. Para o tipo de escritor que
Faulkner pretendia ser, aponta Coetzee, isso era o bastante.
Enquanto lia o artigo, me lembrei de uma "Escuta Aqui" de semanas atras,
sobre imitadores brasileiros de outro escritor americano, Hunter S.
Thompson, que se suicidou ha algumas semanas. A coluna era sobre a baixa
qualidade literaria dos clones brazucas, cujo trabalho da a mais nitida
impressao de que nunca leram nada, nem do proprio Hunter, justamente o cara
que pretendem copiar.
A biografia de Faulkner tem muito a ver, tambem, com a de Albert Einstein,
uma mente poderosa que nunca brilhou no universo escolar (era um aluno mais
ou menos, pessimo em humanas, de familia sem tradicao intelectual etc.).
Ninguem diria que o menino de inteligencia aparentemente mediana se
tornaria o nome mais importante da ciencia no seculo 20.
Nao tenha pressa para conhecer a obra de William Faulkner. Va amadurecendo
seu gosto aos poucos, porque Faulkner e pauleira.
Da saltos de tempo, troca de narrador sem avisar, da o mesmo nome a
personagens diferentes, reproduz a linguagem falada de brancos e negros do
Sul racista dos EUA sem a menor consideracao pelo leitor.
Meu livro preferido dele e "The Sound and the Fury" ("O Som e a Furia"). Um
dia, tambem sera o seu.
CD PLAYER
PLAY - "Lullabies to Paralize", Queens of the Stone Age
Sobrou so o Josh Homme, e basta. Ele domina um heavy metal nervoso, aflito,
cantando quase sempre em falsete.
PLAY - "Employment", Kaiser Chiefs
Essa novissima inglesa conseguiu o que os Libertines so tentaram: imitar o
Clash direitinho.
EJECT - Bandas gauchas reunidas em show acustico
Nem o diretor Wes Craven e o escritor Stephen King juntos atingiriam esse
nivel de horror.
@- cby2k@uol.com.br
segunda-feira, março 28, 2005
apjr
Escuta aqui
Alvaro Pereira Junior
Revolucao no ar
O radio esta ficando mais inteligente nos EUA. Tomara que a onda chegue
logo ao Brasil.
A ressurreicao do radio independente foi saudada pela sempre atenta revista
americana "Wired", em sua edicao de marco.
O simbolo disso tudo? O tiozinho Steve Jones, ex-guitarrista dos Sex
Pistols, hoje DJ nas tardes da Indie 103.1 (www.indie1031.fm
"Escuta Aqui".
Voce sabe do Steve Jones e da Indie 103 ha muito tempo, porque ouvi a radio
logo que comecou a funcionar. Mas o grande publico americano so agora toma
conhecimento do fenomeno que a Indie 103 virou. E uma uma radio comercial,
mas de olhos abertos para novidades inteligentes e musica antiga boa.
Comecam a surgir clones da Indie 103 por todos os Estados Unidos. Anote
outros nomes de radios que vao na mesma linha, e faca a festa na internet:
www.1077theend.com
ego.com
So as duas primeiras transmitem ao vivo na internet, mas vale ver os sites
das outras tambem, porque sao bastante informativos, trazem playlists e, no
caso da radio de Denver, ate uma declaracao de principios para libertar o
radio das amarras das grandes redes!
Alem dessa revolucao de conteudo, o radio dos gringos passa por outra
reviravolta, a da tecnologia. Primeiro, por causa do radio por satelite,
que em janeiro ja tinha mais de 4 milhoes de assinantes. Segundo, por causa
do radio digital, que vai ter para o radio o mesmo impacto que a TV de alta
definicao esta tem na TV.
Para mais detalhes: www.wired.com/wired/archive/13.03/radio
Ando intrigado com o som da dupla francesa M83 (www.ilovem83.com). O som
nao e de dupla -e de banda, e como se tivesse duas guitarras!
Para complicar, a musica e fora de moda. Parece aquelas bandas de guitarras
do comeco dos anos 90 (Lush, Ride), acompanhadas de uma orquestra furiosa.
Li uma critica do ultimo disco deles que traz uma definicao inteligente, no
som do M83, as guitarras sao processadas para parecer sintetizadores. E os
sintetizadores sao usados como guitarras.
CD player
PLAY - Bloc Party ao vivo
Nao, a sensacao do rock ingles nunca tocou no Brasil. E eu nao vi os caras
em um show gringo. Bloc Party ao vivo, em audio e video, esta aqui:
www.kcrw.org/show/mb
PAUSE - "Before the Dawn Heals Us", M83
Intrigante, porem irregular, o album do M83 traz duas faixas muito boas:
"Teenage Angst" e "Don't Save Us from the Flames".
EJECT - A volta do Cream
Tres musicos sensacionais -Ginger Baker, Jack Bruce e Eric Clapton-
formaram o Cream nos anos 60 e inventaram o jazz rock. E pecado para o
resto da vida, nao deveriam voltar.




